Mostrando postagens com marcador ATUALIDADE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ATUALIDADE. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de março de 2016

Pesquisadores descobriram como iluminar um quarto por 40 dias só com uma batata

Vejam só alunos!

Com as batatas (material orgânico) que cultivamos podemos ter energia! 

 141020092747_potato_light_624x351_thinkstockpilha-de-batat

Cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém em Israel, Haim Rabinowitch e colaboradores, dedicaram os últimos anos de pesquisa tentando obter dispositivos “movidos a batata”. Segundo a equipe, com placas de metal, fios e lâmpadas, é possível gerar energia elétrica do tubérculo. “Uma batata tem potência suficiente para iluminar um quarto com lâmpada LED por 40 dias“, diz o Rabinowitch.

Essa técnica não é nenhuma novidade. Os seus princípios já são ensinados há anos nos colégios de todo o mundo e são conhecidos desde 1780, quando o italiano Luigi Galvani fez as primeiras experiências do tipo. Entretanto, a tecnologia desenvolvida no estudo de Rabinowitch aumenta consideravelmente a potência.
A técnica é bastante simples e não requer muito. Esta bateria com material orgânico é criada comauxílio de dois metais: um ânodo (um metal como zinco, com eletrodos negativos) e um cátodo (cobre, que possui eletrodos positivos). O ácido dentro da batata forma uma reação química com o zinco e o cobre que libera elétrons, que fluem de um material para o outro. Nesse processo, a energia é liberada.
pilha-de-batat

A pesquisa

Os pesquisadores, que estão desde 2010 realizando experiências com diversos tipos de batatas para descobrir como aumentar a eficiência energética, descobriram que isso poderia ser alcançado com uma medida simples.
Cozinhando as batatas por oito minutos, acaba quebrando os tecidos orgânicos e reduzindo a resistência, o que facilita o movimento dos elétrons e produz mais energia. Além disso, fatiar a batata em quatro ou cinco pedaços aumentou a eficiência energética em até dez vezes. Tais testes conseguiram comprovar que pode ser economicamente viável usar as batatas como fontes de energia.
É energia de baixa voltagem, mas é suficiente para construir uma bateria que poderia carregar telefones celulares ou laptops em lugares onde não há rede de energia“, diz Rabinowitch.
Em outros países, há pesquisas para explorar a criação de energia com alimentos abundantes localmente. No Sri Lanka, pesquisadores estudam a forma de otimizar o uso da energia elétrica com bananas. As mesmas técnicas – cozinhar e fatiar – funcionaram.
Fonte: http://diariodebiologia.com/2016/03/pesquisadores-descobriram-como-iluminar-um-quarto-por-40-dias-so-com-uma-batata/?utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=Postcron.com

segunda-feira, 7 de março de 2016

Fusão entre animal e vegetal? Lesma do mar incorpora genes de alga e consegue fazer fotossíntese


A lesma-do
-mar Elysia chlorotica é um molusco que vive em águas marinhas e consegue realizarfotossíntese devido à ingestão de algas. Esse fenômeno é possível porque essa espécie consegue conservar os cloroplastos (organela onde se encontra a clorofila – responsável pela cor verde) ativos adquiridos a partir da alimentação das algas e inserir os genes delas em seu próprio código genético.

Dentre as características deste animal destacam-se a sua coloração verde-esmeralda, com algumas manchas avermelhadas ou esbranquiçadas. Apresentam formato similar aos outros seres da sua espécie e possuem um tipo de asa lateral, chamada de parapódios.
Para consumir a alga Vaucheria litorea, o molusco tem o auxílio de sua rádula (estrutura em formato de serra que raspa os alimentos) para conseguir furá-la e absorver os seus nutrientes. Após a ingestão, apenas os cloroplastos são mantidos nos vacúolos, que continuam ativos e capazes de realizar fotossíntese, fornecendo carboidratos e lipídios para a nutrição do molusco. Esse processo é possível devido a existência de um gene da alga presente no DNA da lesma que consegue fazer reparos nos cloroplastos e mantê-los ativos.
Esse gene é passado para as próximas gerações das lesmas-do-mar, que terão apenas que continuar se alimentando das algas para a realização deste processo.
A interação entre essas duas espécies mostra uma transferência de genes que ocorre em raros casos. Em humanos, uma meta mais específica seria a da terapia genética, que tem como objetivo eliminar possíveis erros presentes no DNA para evitar o desenvolvimento de doenças.
tumblr_njira9RhgH1sgxjc6o3_1280
Fonte: http://diariodebiologia.com/2015/09/fusao-entre-animal-e-vegetal-lesma-do-mar-incorpora-genes-de-alga-e-consegue-fazer-fotossintese/?utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=Postcron.com

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Minas Gerais tem 14 gestantes com zika e 31 mortes por dengue em investigação

Em uma semana, foi confirmada a contaminação de 13 gestantes com zika. Secretaria de Saúde já confirmou oito mortes por causa da dengue

O número de casos de zika e dengue seguem em disparada em Minas Gerais. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) confirmou mais 13 casos de zika em gestantes em uma semana. No boletim divulgado na última terça-feira, o estado tinha uma grávida infectada. No balanço divulgado nesta tarde são 14 mulheres com a doença, além do caso de um feto com microcefalia provavelmente provocada pela enfermidade. A secretaria confirmou oito mortes por causa da dengue e outras 31 que ainda estão em investigação. 


Neste ano, foram notificados 195 casos no protocolo de monitoramento da microcefalia por zika e 15 foram confirmados, sendo em 14 gestantes com exantema. Destas, quatro são de Coronel Fabriciano, na Região do Rio Doce, duas em Juiz de Fora, na Zona da Mata, duas em Montes Claros, na Região Norte, uma em Belo Horizonte, e igual número em Ferros, Sete Lagoas, na Região Central, Pingo D'Água, no Rio Doce, Ubá, na Zona da Mata, e Uberlândia, no Triângulo Mineiro. Os casos em investigação subiram de 129 para 195. 

A disparada ocorre também nos casos de febre causada pelo zika vírus. Em sete dias, o número de notificações saiu de 166 para 303. A Secretaria Estadual de Saúde confirmou dois casos que eram investigados desde 2015. Os infectados são moradores de Belo Horizonte e Coronel Fabriciano. 

A dengue segue os mesmos parâmetros do zika e vem aumentando rapidamente a cada semana. Os dados de casos prováveis da doença, que envolve casos confirmados e suspeitos, não será divulgado nesta terça-feira pela Secretaria de Saúde. A pasta informou que uma instabilidade do sistema está impossibilitando a extração de dados. Até a semana passada, foram notificados 62.271 casos prováveis da doença. 

Até esta terça-feira, a Secretaria já confirmou oito mortes em decorrência da dengue. Destas, três foram em Juiz de Fora, na Zona da Mata, três em Belo Horizonte, uma em Divinópolis, na Região Centro-Oeste do estado, e outra em Patrocínio, no Alto Paranaíba. O número pode ser ainda maior. Outras 31 mortes ainda estão sendo investigadas. 

Ainda não entraram para a lista, por exemplo, outras quatro mortes registradas em Juiz de Fora, que já decretou situação de emergência por causa da infestação do mosquito Aedes aegypti. A Secretaria Municipal de Saúde da cidade confirmou a sétima morte por dengue nesta terça-feira. Por meio de nota, o órgão informou que a vítima é uma mulher de 37 anos, que morreu por complicações relacionadas à dengue grave, e também tinha diabetes. “Das sete mortes, duas não são de residentes de Juiz de Fora, uma pessoa é de Bicas e a outra de Cataguases”, informou a secretária Municipal de Saúde, Elizabeth Jucá. 

Chikungunya Em 2016, nenhum caso de febre chikungunya foi registrado. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, 336 casos foram notificados. Destes, 208 foram descartados, e outros 128 seguem em investigação. No ano passado, foram confirmados 11 casos. Destes, quatro em Belo Horizonte.

DEMOLIÇÃO COM AÇÕES SUSTENTÁVEIS