6º ano
Completar o caderno
Trazer os desenhos das páginas 61 e 62 (conforme explicado em sala de aula)
Não esqueçam das margens, dos coloridos e da parte escrita.
7º ano
Estudar para a prova. Prova adiada para o dia 11/03/2016 (sexta-feira)
terça-feira, 8 de março de 2016
Pesquisadores descobriram como iluminar um quarto por 40 dias só com uma batata
Vejam só alunos!
Com as batatas (material orgânico) que cultivamos podemos ter energia!


Cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém em Israel, Haim Rabinowitch e colaboradores , dedicaram os últimos anos de pesquisa tentando obter dispositivos “movidos a batata”. Segundo a equipe, com placas de metal, fios e lâmpadas, é possível gerar energia elétrica do tubérculo. “Uma batata tem potência suficiente para iluminar um quarto com lâmpada LED por 40 dias“, diz o Rabinowitch.
Essa técnica não é nenhuma novidade. Os seus princípios já são ensinados há anos nos colégios de todo o mundo e são conhecidos desde 1780, quando o italiano Luigi Galvani fez as primeiras experiências do tipo. Entretanto, a tecnologia desenvolvida no estudo de Rabinowitch aumenta consideravelmente a potência.
A técnica é bastante simples e não requer muito. Esta bateria com material orgânico é criada comauxílio de dois metais: um ânodo (um metal como zinco, com eletrodos negativos) e um cátodo (cobre, que possui eletrodos positivos). O ácido dentro da batata forma uma reação química com o zinco e o cobre que libera elétrons, que fluem de um material para o outro. Nesse processo, a energia é liberada.
A pesquisa
Os pesquisadores, que estão desde 2010 realizando experiências com diversos tipos de batatas para descobrir como aumentar a eficiência energética, descobriram que isso poderia ser alcançado com uma medida simples.
Cozinhando as batatas por oito minutos, acaba quebrando os tecidos orgânicos e reduzindo a resistência, o que facilita o movimento dos elétrons e produz mais energia. Além disso, fatiar a batata em quatro ou cinco pedaços aumentou a eficiência energética em até dez vezes. Tais testes conseguiram comprovar que pode ser economicamente viável usar as batatas como fontes de energia.
“É energia de baixa voltagem, mas é suficiente para construir uma bateria que poderia carregar telefones celulares ou laptops em lugares onde não há rede de energia“, diz Rabinowitch.
Em outros países, há pesquisas para explorar a criação de energia com alimentos abundantes localmente. No Sri Lanka, pesquisadores estudam a forma de otimizar o uso da energia elétrica com bananas. As mesmas técnicas – cozinhar e fatiar – funcionaram.
Fonte: http://diariodebiologia.com/2016/03/pesquisadores-descobriram-como-iluminar-um-quarto-por-40-dias-so-com-uma-batata/?utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=Postcron.com
segunda-feira, 7 de março de 2016
Fusão entre animal e vegetal? Lesma do mar incorpora genes de alga e consegue fazer fotossíntese
A lesma-do-mar Elysia chlorotica é um molusco que vive em águas marinhas e consegue realizarfotossíntese devido à ingestão de algas. Esse fenômeno é possível porque essa espécie consegue conservar os cloroplastos (organela onde se encontra a clorofila – responsável pela cor verde) ativos adquiridos a partir da alimentação das algas e inserir os genes delas em seu próprio código genético.
Dentre as características deste animal destacam-se a sua coloração verde-esmeralda, com algumas manchas avermelhadas ou esbranquiçadas. Apresentam formato similar aos outros seres da sua espécie e possuem um tipo de asa lateral, chamada de parapódios.
Para consumir a alga Vaucheria litorea, o molusco tem o auxílio de sua rádula (estrutura em formato de serra que raspa os alimentos) para conseguir furá-la e absorver os seus nutrientes. Após a ingestão, apenas os cloroplastos são mantidos nos vacúolos, que continuam ativos e capazes de realizar fotossíntese, fornecendo carboidratos e lipídios para a nutrição do molusco. Esse processo é possível devido a existência de um gene da alga presente no DNA da lesma que consegue fazer reparos nos cloroplastos e mantê-los ativos.
Esse gene é passado para as próximas gerações das lesmas-do-mar, que terão apenas que continuar se alimentando das algas para a realização deste processo.
A interação entre essas duas espécies mostra uma transferência de genes que ocorre em raros casos. Em humanos, uma meta mais específica seria a da terapia genética, que tem como objetivo eliminar possíveis erros presentes no DNA para evitar o desenvolvimento de doenças.

Fonte: http://diariodebiologia.com/2015/09/fusao-entre-animal-e-vegetal-lesma-do-mar-incorpora-genes-de-alga-e-consegue-fazer-fotossintese/?utm_source=facebook.com&utm_medium=social&utm_campaign=Postcron.com
sexta-feira, 4 de março de 2016
PARA CASA - Sétimo ano
Estudar para a prova de quinta feira.
- Cadeia alimentar
- Fotossíntese
- Respiração
Trabalho sobre o filme:
Entregar na sexta -feira.
- Cadeia alimentar
- Fotossíntese
- Respiração
Trabalho sobre o filme:
Entregar na sexta -feira.
Para casa 6º ano
Alunos não esqueçam de fazer o para casa do Projeto Horta:
- cópia do mapa conceitual - solo fértil (página 61)
- desenho do livro (página 61).
- cópia do mapa conceitual - solo fértil (página 61)
- desenho do livro (página 61).
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